O Brasil já está vivendo um novo capítulo da história do petróleo no país porque a sonda da Petrobrás começou efetivamente a perfuração do primeiro poço exploratório em águas ultraprofundas da Margem Equatorial, na costa do Amapá, uma das regiões mais promissoras do planeta em potencial petrolífero. Além de tudo é uma vitória ao negacionismo, quase um ecoterrorismo capitaneado por ONGs internacionais, que manipulam claramente as ações do Ibama. E ainda com o apoio de uma ministra do meio ambiente que parece gostar mais de lentes internacionais do que do desenvolvimento do seu próprio país. O momento exato do início da perfuração foi transmitido ao vivo para um grupo de profissionais que trabalharam nesta operação.
A sonda da companhia já tocou o fundo do Oceano Atlântico, marcando o início oficial dos trabalhos de exploração em uma área que pode se tornar a maior fonte de petróleo do Brasil nas próximas décadas. Localizada a cerca de 175 km da costa, essa nova fronteira representa inovação, tecnologia de ponta e soberania energética. O projeto utiliza equipamentos de última geração, desenvolvidos para operar em profundidades extremas, sob condições desafiadoras e com o mais alto padrão ambiental já aplicado em perfurações offshore no país. A Petrobrás começa a explorar a região com os seguintes objetivos prioritários: