Saiba onde fica área de exploração de petróleo em Rondônia ofertada em leilão

Saiba onde fica área de exploração de petróleo em Rondônia ofertada em leilão
25 de junho de 2025

Bacia do Parecis é a única bacia terrestre do Brasil e fica entre Rondônia e Mato Grosso; Área do estado não foi arrematada.

FONTE: g1.

Nesta semana, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou um leilão de concessão de 172 áreas para exploração de petróleo no Brasil. Entre as regiões oferecidas, está a bacia do Parecis, localizada entre Rondônia e Mato Grosso.

Desde de 1988, segundo relatório da ANP, a área, superior a 60 mil km², é utilizada para estudos e exploração. O território está dividido em dois setores, sendo o SPRC-O no sul de Rondônia e o SPRC-L no Mato Grosso, onde fica o bloco que será explorado.

Área que a Bacia do Parecis abrange em Mato Grosso e Rondônia — Foto: Reprodução

Área que a Bacia do Parecis abrange em Mato Grosso e Rondônia — Foto: Reprodução

Durante o leilão, 34 blocos exploratórios foram arrematados, incluindo blocos da bacia do Parecis do setor SPRC-L, na região de Mato Grosso. Segundo informações da ANP, o consórcio vencedor foi a Dillanz, que ofertou investimento mínimo de R$ 12 milhões na fase de exploração.

A empresa, segundo site oficial, tem raízes no Rio Grande do Sul e “é uma multinacional de grande porte com presença estratégia em quatro países: Brasil, Portugal, Estados Unidos e Inglaterra”.

Veja onde ficam as áreas oferecidas no leilão:

Brasil realiza leilão de 172 áreas para exploração de petróleo — Foto: Arte/g1

Brasil realiza leilão de 172 áreas para exploração de petróleo — Foto: Arte/g1

Preocupação ambiental

Os principais destaques entre as áreas arrematadas são as regiões pertencentes à Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial. A área tem sido apelidada de “novo pré-sal” devido ao seu potencial para abrigar grandes reservas de petróleo, embora a exploração levante preocupações ambientais.

A região abriga uma rica biodiversidade e cerca de 13 mil indígenas, que poderiam ser impactados em caso de um eventual derramamento de óleo no mar.

Atualmente, a Petrobras busca obter do Ibama o licenciamento ambiental para perfurar o bloco FZA-M-59 (também conhecido como bloco 59), adquirido pela estatal na costa do Amapá, onde espera confirmar a existência de uma reserva significativa de petróleo.

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