Petroreconcavo e Aguila foram as vencedoras no leilão de blocos na Bacia Potiguar

Petroreconcavo e Aguila foram as vencedoras no leilão de blocos na Bacia Potiguar
8 de outubro de 2026

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) começou na tarde de hoje (7) a sessão pública do 6º Ciclo de Oferta Permanente sob o regime de concessão. O leilão de áreas na Bacia Potiguar teve sete blocos ofertados, todos na seção SPOT-T4. As áreas foram adquiridas pela PetroReconcavo e pela Aguila, que concentrou a maior parte dos resultados, com seis blocos arrematados.

Ao todo, os sete blocos movimentaram R$ 1,837 milhão em bônus de assinatura, com uma média de R$ 262,4 mil por área. Os investimentos mínimos previstos na fase de exploração, medidos pelo Programa Exploratório Mínimo (PEM), somam R$ 15,96 milhões. As áreas arrematadas representam uma extensão total de 215,04 km².

A PetroReconcavo arrematou o bloco POT-T-518, enquanto a Aguila ficou com os blocos POT-T-563, POT-T-743, POT-T-747, POT-T-784, POT-T-787 e POT-T-791. Em todos os casos, as empresas aparecem como operadoras e detêm 100% de participação nas áreas.

Os blocos dos demais setores da Bacia Potiguar (SPOT-T1B, SPOT-T2, SPOT-T5 e SPOT-T3) não receberam lances.

O 6º Ciclo teve 22 setores de blocos exploratórios e dois setores de áreas com acumulações marginais nas seguintes bacias: Potiguar, Tucano Sul, Tacutu, Recôncavo, Parnaíba, Campos, Santos, Espírito Santo e Ceará — esta última a única que fica dentro da Margem Equatorial.

Nas licitações nesse regime, os critérios de escolha dos vencedores para blocos exploratórios são o bônus de assinatura ofertado (valor em dinheiro), a partir de um mínimo definido no edital, e as atividades que as empresas se comprometem a realizar na primeira fase dos contratos (fase de explicação), reunidas no chamado Programa Exploratório Mínimo (PEM).

Fonte: Petronotícias.
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