Petrobrás sugeriu ao IBAMA que simulado de vazamento na Bacia da Foz do Amazonas seja realizado em julho

Petrobrás sugeriu ao IBAMA que simulado de vazamento na Bacia da Foz do Amazonas seja realizado em julho
2 de junho de 2025

FONTE: Petronotícias.

A Petrobrás sugeriu ao Ibama que a Avaliação Pré-Operacional (APO) do licenciamento ambiental na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, seja realizada na semana do dia 7 de julho. A informação está em um documento enviado nesta semana pela companhia ao órgão ambiental. A APO é um simulado que avalia a capacidade da operadora de responder a eventuais derramamentos de óleo durante atividades exploratórias. A atividade é última etapa para que o Ibama possa, finalmente, emitir a licença ambiental para a Petrobrás perfurar um poço no bloco FZA-M-059, em águas profundas do litoral do Amapá, distante mais de 500 km da foz do rio Amazonas e a mais de 160 km da costa, em alto mar.

No mesmo documento, a Petrobrás também propôs que o Ibama realize a vistoria no navio-sonda ODN-II já na próxima semana, nos dias 4 ou 5 de junho, na Baía de Guanabara. A unidade está em processo de limpeza para a remoção do coral-sol, espécie exótica considerada invasora. Além disso, a companhia pediu que o instituto faça a vistoria da Unidade de Atendimento e Reabilitação no município de Oiapoque (AP). A estrutura funciona como um centro de cuidado especializado para fauna, com ambulatório, salas de estabilização, centro cirúrgico e espaços dedicados ao atendimento de aves, mamíferos marinhos, tartarugas, golfinhos e peixes-boi.

No último dia 19, a Petrobrás recebeu a aprovação do Ibama para o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) apresentado pela companhia como parte do Plano de Emergência Individual (PEI). Segundo o órgão ambiental, “a aprovação do conceito do PPAF indica que o plano, em seus aspectos teóricos e metodológicos, atendeu aos requisitos técnicos exigidos e está apto para a próxima etapa: a realização de vistorias e simulações de resgate de animais da fauna oleada”.

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