O equipamento submarino é responsável por conectar os risers do FPSO ao gasoduto que transportará o gás natural até a costa.
O gasoduto Raia terá cerca de 200 quilômetros de extensão e fará a ligação entre o FPSO Raia e a malha de transporte de gás próxima à Unidade de Tratamento de Gás de Cabiúnas, em Macaé (RJ).
O gasoduto do empreendimento terá capacidade de escoar 16 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Já o FPSO que irá operar na área poderá processar aproximadamente 126 mil barris por dia (bpd).
O campo de Raia está localizado na área do pré-sal da Bacia de Campos, a aproximadamente 200 km da costa, em lâminas d’água de até 2.900 metros. O projeto será operado pela Equinor (35%), em parceria com a Repsol Sinopec (35%) e a Petrobrás (30%).
Com início das operações previsto para 2028, o projeto é um dos principais empreendimentos de gás natural em desenvolvimento no Brasil e tem potencial para suprir cerca de 15% da demanda nacional do combustível. Estima-se que a área possua reservas recuperáveis de óleo/condensado superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).