AZEVEDO & TRAVASSOS ANUNCIA ACORDO PARA AQUISIÇÃO DE ATIVOS DA PETRO-VICTORY

AZEVEDO & TRAVASSOS ANUNCIA ACORDO PARA AQUISIÇÃO DE ATIVOS DA PETRO-VICTORY
28 de março de 2026

A Azevedo & Travassos Energia informou que firmou um acordo para passar a deter 10,25% de uma nova empresa que reunirá ativos da petroleira canadense Petro-Victory Energy.

Pelo modelo definido, a Petro-Victory criará uma subsidiária (NewCo), para a qual serão transferidos ativos de exploração e produção. Em seguida, essa estrutura será incorporada pela Azevedo & Travassos Energia, em troca de participação equivalente a 10,25% do capital social.

De acordo com comunicado ao mercado, assinado pelo presidente da ATE, Ivan Carvalho, o valor estimado da nova companhia é de R$ 28,2 milhões. A operação ainda será submetida à aprovação dos acionistas da Azevedo & Travassos Energia em assembleia geral extraordinária, que será convocada.

A nova empresa reunirá a participação integral da Petro-Victory no Campo de Andorinha, no Rio Grande do Norte, com volume estimado de 5,55 milhões de barris de óleo in place e 527 mil barris em reservas provadas. Também incluirá seis blocos exploratórios na região Nordeste, com área total de cerca de 150 quilômetros e recursos contingentes na categoria P10 que podem superar 4,45 milhões de barris.

Além disso, a estrutura concentrará 50% do contrato firmado entre Azevedo & Travassos e Petro-Victory com as empresas 3R Potiguar e 3R RNCE, voltado à aquisição da totalidade dos direitos e obrigações relacionados a dez concessões. Esses ativos englobam a operação de 12 campos de petróleo, com volume estimado de 124,87 milhões de barris de óleo in place e 3,36 milhões de barris em reservas provadas.

O acordo também assegura à Azevedo & Travassos Energia o controle integral dos ativos dos polos Barrinha e Porto Carão, após a conclusão do processo de aquisição, que está em andamento.

A efetivação da operação depende da aprovação em assembleia geral extraordinária. “Com esse acordo, a administração da companhia acredita que a ATE ganhará maior escala operacional com significativo aumento de produção no curto prazo e racionalização de custos por meio de compartilhamento de equipamentos, instalações e gestão técnica e administrativa”, declarou Carvalho.

Fonte: Petronotícias.
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