Aguila e Petroreconcavo arrematam cinco blocos na Bacia do Recôncavo

Aguila e Petroreconcavo arrematam cinco blocos na Bacia do Recôncavo
8 de outubro de 2026

A Aguila e a PetroReconcavo assumem um papel de protagonismo no 6º Ciclo da Oferta Permanente sob o regime de concessão, realizado nesta quarta-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), no Rio de Janeiro. As empresas arremataram cinco blocos na Bacia do Recôncavo. A Aguila ficou com quatro dos cinco blocos arrematados. No Setor SREC-T2, a empresa adquiriu o bloco REC-T-87, com 100% de participação e como operadora. Já no Setor SREC-T1, a companhia levou os blocos REC-T-106, REC-T-95 e REC-T-96, também com 100% de participação e como operadora.

O quinto bloco arrematado na Bacia do Recôncavo ficou com a PetroReconcavo. No Setor SREC-T3, a empresa adquiriu o bloco REC-T-178, também com 100% de participação.

Ao todo, os cinco blocos representam uma área arrematada de 124,96 km². O bônus de assinatura somou R$ 463 mil, enquanto o Programa Exploratório Mínimo (PEM) totalizou 1.000 unidades de trabalho (UT), correspondendo a um investimento mínimo previsto de R$ 11,4 milhões na fase de exploração.

O maior número de áreas arrematadas ocorreu no Setor SREC-T1, onde três dos 26 blocos ofertados foram adquiridos. No SREC-T2, apenas um dos 14 blocos colocados em disputa foi arrematado, enquanto o SREC-T3 teve um bloco adquirido entre os 16 ofertados. Assim, no conjunto dos três setores, apenas cinco dos 56 blocos disponíveis foram arrematados.

O 6º Ciclo teve 22 setores de blocos exploratórios e dois setores de áreas com acumulações marginais nas seguintes bacias: Potiguar, Tucano Sul, Tacutu, Recôncavo, Parnaíba, Campos, Santos, Espírito Santo e Ceará — esta última a única que fica dentro da Margem Equatorial.

Nas licitações nesse regime, os critérios de escolha dos vencedores para blocos exploratórios são o bônus de assinatura ofertado (valor em dinheiro), a partir de um mínimo definido no edital, e as atividades que as empresas se comprometem a realizar na primeira fase dos contratos (fase de explicação), reunidas no chamado Programa Exploratório Mínimo (PEM).

Fonte: Petronotícias.
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