FONTE: Eixos.com.
NESTA EDIÇÃO. Problemas globais na cadeia de suprimento de termelétricas é mais um desafio para leilão de reserva de capacidade.
Campos marginais terão decreto para mitigar o aumento da cobrança de royalties.
FUP abre ação judicial para suspender rodada da oferta permanente marcada para 17 de junho.
Além das incertezas internas com o atraso do leilão de reserva de capacidade, os empreendimentos que vão concorrer no certame vão ter o desafio adicional de negociar suprimentos num momento de pressão na cadeia do segmento.
O crescimento global na demanda por geração termelétrica — em paralelo à expansão das fontes renováveis — está afetando a disponibilidade da cadeia fornecedora.
O LRCAP estava previsto para ocorrer em junho, mas ações judiciais levaram o governo a adiar o certame para reformular as regras.
O diretor-presidente da GNA, Emannuel Delfosse, aponta que o adiamento do leilão pode, por um lado, ajudar as empresas a ter mais tempo para negociar contratos.
Entretanto, por outro lado, a necessidade de potência para o sistema está ficando cada vez mais urgente. Segundo o diretor de planejamento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Alexandre Zucarato, as alternativas à contratação via leilão já foram tomadas este ano.
O MME considera que ainda há prazo para contratar potência disponível em usinas existentes para início dos contratos em 2026.