Por Jair Mendonça Jr
A conclusão de uma das maiores negociações do setor de infraestrutura e mineração no Brasil está próxima. A venda da Bahia Mineração (Bamin), um complexo mineral no interior baiano, que engloba mina, ferrovia e porto, promete injetar bilhões em novos aportes, consolidando o estado como um polo de exportação de alto nível e atraindo capital estrangeiro para projetos de grande escala.
O grupo português Mota-Engil está na reta final para concluir a aquisição da companhia, localizada no município de Caetité, no sudoeste do estado, um movimento que promete transformar o panorama da logística e da mineração no Nordeste brasileiro.

Mina de minério de ferro Pedra de Ferro, da Bamin, na Bahia – Foto: BAMIN / Divulgação
O valor envolvido na negociação é vultoso e reflete a magnitude dos ativos, que incluem uma mina, um projeto ferroviário (Fiol 1) e um porto.
O valor do investimento não se resume apenas à compra do ativo, mas ao compromisso com a conclusão de obras estruturantes que ficaram paralisadas por anos. O estado ganha em três pilares fundamentais:
A expectativa é que a conclusão dessa negociação gere um impacto direto no mercado de trabalho. Com a retomada das obras e o início das operações plenas, o setor projeta: